ESCOLAS DE SAMBA FINALIZAM ESTUDO SOBRE PREJUÍZOS APÓS ‘DESPEJO’

A União das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos de Niterói (Uesbcn) finaliza nos próximos dias o relatório elaborado para contabilizar os prejuízos provocados pela ação que provocou a destruição de estruturas de carros alegóricos e esculturas de um dos galpões do extinto quartel do Exército na Avenida General Craveiro Lopes, no Barreto, na Zona Norte da cidade. As estimativas iniciais é que os danos tenham provocado prejuízos da ordem de R$ 700 mil a 12 agremiações que há cinco anos usavam aquele local como “barracão” para a preparação dos desfiles oficiais – organizados há dez anos pela Uesbcn, em parceria com a empresa Niterói, Lazer e Turismo (Neltur).
Representantes da Uesbcn foram informados por diretores da empresa Municipal de Urbanização, Moradia e Saneamento (Emusa) que equipes da firma Zadar, que participa do projeto de construção da nova sede da Guarda Municipal naquele local, foram as responsáveis pela retirada e destruição das alegorias. Os dirigentes das agremiações aguardam audiência com o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, para saber qual é a solução que será dada ao problema. Quando houve a destruição, o prefeito estava na Espanha, em viagem institucional, conhecendo os projetos daquele país na área de Segurança Pública. Após a viagem, o prefeito se reuniu com o presidente da Câmara, Paulo Bagueira, e garantiu que dará solução às revindicações dos sambistas.
“O planejamento do Carnaval 2016 está parado. Não podemos iniciar nenhum tipo de trabalho em prol do Carnaval 2016 se não definirmos, não apenas a forma da recuperação do patrimônio das escolas filiadas, como também a escolha do novo barracão das agremiações”, afirmou o presidente da Uesbcn, André Nogueira. Passadas quase três semanas da destruição do material, as alegorias ainda se deterioram no tempo, o que poderá gerar prejuízos ainda maiores para os sambistas.
A área do extinto quartel do Exército vinha sendo usada como “barracão” das escolas há cinco anos, graças a um acordo envolvendo a direção da Uesbcn, a Prefeitura de Niterói e o Governo do Estado. Mesmo com a construção da da sede da Guarda Municipal naquele local, havia um acordo entre os sambistas e a prefeitura para que as agremiações permanecessem lá enquanto não se definisse o novo local permanente para abrigar as agremiações.

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