ESCOLAS DE SAMBA PODEM GANHAR BARRACÃO DEFINITIVO

Na próxima semana, o drama dos dirigentes das escolas de samba de Niterói pode chegar ao fim. A Prefeitura garantiu, por meio de nota na tarde de ontem, que apresentará um espaço para instalação de barracões definitivos. Atualmente, as agremiações estavam alojadas, de forma provisória e há anos, no 4º GCam, no Barreto. No entanto, as alegorias foram removidas do galpão na última segunda e colocadas de forma inapropriada no pátio do extinto batalhão. A Prefeitura explicou que a empresa encarregada de construir a nova sede da Guarda Municipal e da Cidade da Ordem Pública removeu “de maneira inadvertida” as estruturas dos carros alegóricos e que será responsável por quaisquer danos causados aos materiais.
Na manhã de ontem, uma equipe engenharia da Empresa Municipal de Moradia Urbanização e Saneamento (Emusa) visitou o 4º GCam. Representantes de diversas escolas e o presidente da União das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos de Niterói, André Nogueira, estiveram no local novamente e lamentaram a destruição dos materiais utilizados nos carnavais de Niterói. Poucos carros sobraram. A União das Escolas estima um prejuízo de mais de R$ 1 milhão.
A engenheira da Emusa conversou com um carnavalesco para que eles se unissem e definissem o tamanho e o local ideal para construir um novo galpão para alocar as alegorias. Ela garantiu que a empresa não foi a responsável pela destruição e retirada dos materiais.
“Fui enviada para delimitar o local para os carros e para definir área para não atrapalhar a obra da Guarda Municipal. A obra já era para ter começado”, comentou a engenheira que preferiu não se identificar.
Os presidentes das agremiações comentaram que recuperar o material destruído será quase impossível porque custa caro. Ele reclamou que muitos carros alegóricos foram encontrados numa área de brejo, bem próximo ao barracão.
“Muitos carros foram jogados naquele brejo. Como vamos tirar de lá? Agora temos outro problema. O locador de esculturas veio aqui e viu o estado que as peças dele estavam. Parte desse material não é nosso, é alugado e não sabemos o que fazer”, reclamou Luciano Deodato, responsável pelo barracão.

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