G. R. E. S. UNIÃO DA ENGENHOCA – CARNAVAL 2013

11Sinopse do Enredo da União da Engenhoca Carnaval de 2013
“O que a história não conta, mas se acredita”
Enredo reeditado de 1984
Apresentação:
Depois de um resultado não muito feliz no ultimo carnaval, a União da Engenhoca, recorre a sua memória para dar a volta por cima no carnaval de 2013. E escolhe como enredo o que a história não conta, mas se acredita. Tema defendido originalmente pela inesquecível Corações Unidos no desfile de 1984.
Iremos resgatar as histórias de crendices populares no Maranhão construída ao longo do tempo. O objetivo é carnavalizar os medos e assombrações do imaginário popular, fazendo um desfile leve e criativo.
A história começa com as pretas velhas que vem para contar as crendices do povo maranhense e apresenta uma das artífices dessa história de medo. A bruxa Donana, mulher que segundo a lenda, foi muito malvada durante sua vida no Brasil colonial.
Rica e poderosa e a frente do seu tempo, por assumir uma postura independente e ousada para época, Ana Jansen, assustou a todos com suas maldades e caprichos. Os escravos e seus amantes eram suas vítimas preferidas.
Prosseguindo, vamos mergulhar nas águas, do grande mar, desse “Maranhão sombrio”, mar que guarda em si, um número infinito de divindades e seres. Vejamos surgir de suas ondas, a grande serpente encantada, em seu crescimento lento e constante a se contorcer nas espumas, reluzindo em ouro e prata, envolvendo a ilha como jóia, a espera do derradeiro abraço.
Entre arrepios e encantamentos, seguimos viagem até o lago Açu, bela cidade, cujas ruas e casas, assim como tesouros, brilhavam de pedras e metais preciosos. Como castigo pelo orgulho de seus habitantes, choveu copiosamente sobre a mesma, submergindo- a e condenando seu povo a viver daí por diante sob as águas que formaram o grande lago.
Dentro deste cenário de suspense e misticismo não podia faltar a sua majestade Dom Sebastião. O jovem rei de Portugal desaparecido na batalha de Alcácer – Quibir.
Ele aparecerá na ilha dos lençóis na forma de um touro negro encantado, que por sua vez se, carnavaliza de forma fantástica na festa folclórica do bumba meu boi.
Para encerrar esta divertida história mal assombrada vem à proteção contra tanta assombração. Terços, figas, patuás e reza forte serão maneiras de se proteger contra estas histórias que o povo conta e acredita.
                                     (texto de autoria de Carlos Mariano)             
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